segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A colheita de guandu

De vez em quando a gente semeia umas coisinhas no jardim, sem pretensão de cultivar, só mesmo pra ver brotar a sementinha e mostrar para Abeille. 
Outro dia, trouxemos da feira um saquinho de guandu verde, coisa mui preciosa que temos por aqui, pois é produzido, colhido, descascado e vendido pelo mesmo par de mãos. Pois esta semente fresca brotou nuns vasos pequenos, cresceu feito matagal, deu flores lindas na primavera e por fim, produziu as vagens. Como as folhas iam obstruindo o caminho, Rafa já ia de facão em punho arrancar a galhada, quando eu corri a tempo de impedi-lo, agarrei na mão da Abeille e disse: Filha, vamos colher guandu!
Retiramos as vagens e fomos debulhar a nossa colheita. Rendeu meia xícara de grãos que eu cozinhei na mesma panela em que cozinhava batata. Depois, juntei em um potinho bem bonito e servi no almoço. Estrogonofe com arroz, batatas e guandu. 


Nossas vagens. Orgulho da casa!

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